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Opinião··2 min

O nível e as duas portas: como se entra em Implementers

Porque entrar é difícil de propósito e como filtramos sem pedir trabalhos de casa: evidência primeiro, trial pago depois. A fasquia não é um obstáculo — é o produto.

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Implementa

A maioria dos processos de seleção mede o que não importa: como contas o teu trabalho numa entrevista, não se o sabes fazer. Nós invertemos isto. Em Implementers entra-se por duas portas, e nenhuma é uma entrevista de manual. A fasquia é alta de propósito: é o que faz o badge significar alguma coisa.

Filtramos pelo que não se pode ensinar

Há coisas que ensinamos nós — os nossos processos, a prompt library, a forma de trabalhar de cada pod — e coisas que não se ensinam num onboarding: o critério e a capacidade de entregar algo que funcione em produção. Filtramos pelo segundo. O primeiro damos-te quando estás cá dentro.

Porta 1 — evidência, sem trabalhos de casa

Não pedimos um teste de brincar nem «resolve este caso fictício nos teus tempos livres». Pedimos que mostres o que já puseste em produção — repos, dashboards, casos, métricas — e o defendas perante o Practice Lead: porque essa decisão, o que se partiu, como o medias. Difícil de falsificar, porque se escava ao vivo. É aqui que cai a maioria.

Porta 2 — trial pago

Quem passa a primeira porta entra num projeto real, pago e supervisionado. Esse trial é ao mesmo tempo a avaliação e o onboarding: aprendes o «como» da Implementa a fazer trabalho a sério. Se entrega e passa o QA, é Certified Implementer. Ninguém trabalha de graça para provar fosse o que for.

Difícil de propósito

Um coletivo aberto não vale nada: se entra qualquer um, pertencer não significa nada. O nível não é um obstáculo burocrático, é o produto. Protege quem já está cá dentro e é a promessa que fazemos ao cliente: por trás da Implementa há gente que passou uma fasquia que a maioria não passa.

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