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Solução · Por setor

IA para administradores de condomínios: a avaria do 3.ºB tratada na hora e a papelada do condomínio feita sozinha

Um administrador de condomínios não perde o dia a administrar: perde-o a responder ao mesmo condómino pela terceira vez, a andar atrás do canalizador para saber se já foi e a procurar em que pasta está o contrato do elevador. Montamos um agente que recebe as ocorrências, informa o condómino e faz a papelada recorrente, por cima do teu programa de gestão. A assembleia, o critério e a responsabilidade continuam a ser teus.

O problema

O escritório não encrava na gestão. Encrava no telefone.

  • A mesma infiltração entra três vezes por três canais: o morador que liga, o administrador eleito que manda um WhatsApp e o email de quem quer que fique por escrito. Ninguém sabe se já está aberta até alguém procurar à mão.
  • A ocorrência abre-se, liga-se ao ofício e fica por ali: ninguém lhe volta a tocar até o condómino ligar irritado dez dias depois a perguntar se alguém vai aparecer.
  • As perguntas que se repetem todas as semanas —quanto é a minha quota, em que ficou a derrama, posso pôr um toldo, quem trata do seguro— são respondidas uma a uma, e a resposta está num regulamento, numa ata ou num contrato que é preciso localizar primeiro.
  • Cada condomínio tem a documentação na sua pasta: regulamento, atas, contratos de manutenção, apólices, certificados. Encontrar a cláusula que responde custa mais do que responder.
  • Os trâmites que se repetem de condomínio em condomínio —pedir três orçamentos, cruzar a fatura do ofício com o orçamento, avisar da renovação da apólice, preparar a documentação da assembleia— fazem-se à mão, em agosto como em dezembro.

O custo de continuar igual

O custo não está em nenhuma tarefa concreta: está na interrupção. Um escritório com quarenta condomínios atende centenas de contactos por mês que não exigem critério profissional, e cada um parte o trabalho que o exige. Paga-se em horas de um administrador a fazer de central telefónica, em ocorrências que apodrecem porque ninguém as perseguiu, em condóminos que chegam à assembleia com a sensação de que ninguém lhes responde —que é a verdadeira razão pela qual um condomínio muda de administrador— e num escritório que não pode crescer em carteira sem crescer em pessoal, porque o telefone cresce ao mesmo ritmo dos prédios.

A solução

Um agente que recolhe, classifica, persegue e informa — e deixa-te o critério

  1. 1Ligamos um agente aos teus canais de entrada —WhatsApp, telefone, email, formulário do site ou portal do condómino— e ao teu programa de gestão. Toda a ocorrência entra por um único sítio, identifica-se o condomínio e o condómino, e abre-se sem ninguém a escrever.
  2. 2Classifica-a e prioriza-a: que ofício lhe corresponde, se é urgente, se é zona comum ou privativa e se já existe uma ocorrência aberta pelo mesmo. As duplicadas agrupam-se em vez de multiplicarem o trabalho.
  3. 3Responde na hora às perguntas repetidas procurando na documentação desse condomínio concreto —regulamento, atas, contratos de manutenção, apólice, quotas— e responde citando de onde sai. O que não está escrito ou exige interpretação não se inventa: passa para ti.
  4. 4Persegue o estado: pede confirmação ao ofício, avisa o condómino quando há data e quando o trabalho está feito, e levanta a mão quando uma ocorrência está parada há demasiado tempo. O condómino deixa de ligar porque já sabe.
  5. 5Prepara a papelada recorrente —pedido de orçamentos, cruzamento da fatura com o orçamento, avisos de renovação, documentação prévia à assembleia— e deixa-ta pronta para rever e assinar. Tudo medido: ocorrências resolvidas sem intervenção, tempo até à primeira resposta, tempo de fecho por ofício e contactos que já não chegam ao escritório.

O que muda

O que deixas de perder

  • A primeira resposta ao condómino passa de horas a segundos, e deixa de depender de alguém estar livre para atender o telefone.

    Mecanismo

  • A ocorrência deixa de apodrecer: o seguimento é feito pelo sistema, não pela memória de quem a abriu.

    Mecanismo

  • A carteira pode crescer sem que o telefone cresça com ela: o volume que o agente absorve é o que hoje obriga a contratar.

    Mecanismo

  • O que medimos: % de contactos resolvidos sem chegarem ao escritório, tempo até à primeira resposta, dias de fecho por ofício e reincidências sobre o mesmo assunto.

    O que medimos

Ficha técnica

Trabalho que elimina
atender o telefone a cada avaria, escrevê-la no programa de gestão, andar atrás do canalizador, informar o condómino e procurar à mão a resposta que já está no regulamento, numa ata ou num contrato de manutenção
Implementação habitual
3–5 semanas
Entrada
uma avaria ou uma pergunta de um condómino ou do administrador eleito por WhatsApp, telefone, email ou portal, mais a documentação de cada condomínio
Saída
ocorrência aberta, classificada e atribuída ao ofício certo; condómino informado do estado; pergunta respondida citando o documento; e o papelada recorrente preparada para a tua revisão
Compatível com
WhatsApp Business API
Pode ligar-se a
O teu programa de gestão de condomínios (Gesfincas, TAAF, Netfincas, Fincaplus e semelhantes)O teu gestor documental ou pastas por condomínioA tua central telefónica ou o email do escritório
O que medimos
% de contactos resolvidos sem chegarem ao escritóriotempo até à primeira resposta ao condóminodias de fecho de ocorrência por ofícioocorrências paradas há mais de X diasreincidências sobre o mesmo assunto
Adequado para
escritórios de administração de condomínios com carteira suficiente para que o telefone e o WhatsApp sejam o estrangulamento, e com a documentação de cada condomínio localizável nalgum sítio, ainda que desarrumada
Não adequado para
a assembleia, o aconselhamento ao administrador eleito, a interpretação do regulamento e a responsabilidade profissional de quem administra: isso fica contigo; o agente faz o trabalho mecânico à volta dessas decisões, não as decisões

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Perguntas frequentes

Não, e seria má ideia. O teu programa —Gesfincas, TAAF, Netfincas, seja qual for— é onde vivem os condomínios, os condóminos, as quotas e a contabilidade, e é aí que ficam. O agente põe-se por cima e faz o que esse programa nunca resolveu: atender a conversa que entra por WhatsApp ou por telefone, procurar dentro da documentação do condomínio e perseguir o ofício até a ocorrência fechar. Se o teu programa tem API, ligamo-nos; se é fechado, detetamo-lo na primeira semana e dizemos-te a ponte exata antes de faturar seja o que for.

Está desenhado para não poder. Só responde com o que está escrito na documentação desse condomínio e cita de onde o tira, por isso o condómino vê a fonte e tu podes verificá-la. O que não está escrito, o que exige interpretar um regulamento e o que compromete dinheiro não responde: marca-o e passa-o para ti. A regra é a mesma que aplicamos a tudo o que montamos: o agente faz o mecânico e o critério profissional não se delega, até porque a responsabilidade perante o condomínio continua a ser de quem administra.

Para o importante, sim, e por isso o caso que pede critério chega ao teu escritório. Mas a maioria das chamadas não procura conversa: procura um dado. Quanto é a quota, se já se avisou o canalizador, quando vem, em que ficou a derrama. Para isso, uma resposta clara em trinta segundos num sábado de manhã ganha a falar com uma pessoa na terça. A queixa habitual de um condómino não é que o atenda uma máquina: é que não o atenda ninguém.

Funciona, e arrumá-la faz parte do trabalho. Na primeira semana revemos o que há por condomínio —regulamento, atas, contratos de manutenção, apólices— e dizemos-te o que falta e o que está duplicado, porque o agente só pode responder bem sobre o que existe. Não é preciso que esteja perfeito para começar: é preciso saber o que há. Se de um condomínio não houver documentação utilizável, o agente di-lo em vez de improvisar, e esse condomínio entra mais tarde.

É uma condição de partida, não um acrescento. Cada condómino só acede ao que é seu e ao do seu condomínio: identificamos quem escreve antes de dar qualquer dado e o agente não cruza informação entre condomínios. Os acessos vão com âmbito mínimo, fica registo do que se consultou e assina-se o contrato de subcontratação que corresponda. Se algum dado não deve sair por um canal —WhatsApp, por exemplo—, define-se antes de ligar seja o que for, não depois do primeiro susto.

Montamos no teu negócio?

Localizaste o problema. Nós entregamos a solução e deixamo-la medida.

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